Avatar

janeiro 4, 2010 at 11:11 pm 39 comentários

Em 1997, o diretor, roteirista e produtor James Cameron realizou aquele que se tornaria um dos maiores filmes de todos os tempos. “Titanic” foi o primeiro longa da história a ter um orçamento superior a 200 milhões de dólares (o maior de um filme neste século, até este “Avatar”, que superou a marca dos 230 milhões de dólares), conseguiu um recorde de 14 indicações ao Oscar (das quais venceu 11 estatuetas – outro recorde), é a obra que obteu a maior bilheteria na história dos Estados Unidos e o filme que mais arrecadou dinheiro nas bilheterias mundiais. 

Cameron sabia que seu próximo projeto não poderia ser qualquer um. Então, nestes 12 anos que separam “Titanic” de “Avatar”, o diretor se dividiu em projetos que não obtiveram tanto destaque assim, como a série “Dark Angel” (que revelou Jessica Alba) e longas produzidos especialmente para os cinemas IMAX. Portanto, ao lançar este mais novo filme, James Cameron não só tem uma grande responsabilidade nas costas, como também tem que corresponder às altas expectativas de cinéfilos de todo o mundo, que estão curiosos para saber por quê este projeto levou tanto tempo até chegar às salas de cinema. 

“Avatar” tem como personagem principal Jake Sully (o australiano Sam Worthington), um soldado fuzileiro naval paralítico que, após a morte do irmão gêmeo, é convidado para substituir este em um projeto científico patrocinado por uma grande corporação e por instituições militares. A tarefa de Sully: vestir a pele do avatar do irmão e interagir com a população local, os Na’vi, de forma a conseguir deles a confiança para que os homens possam explorar um rico minério que se encontra localizado na área em que eles moram. 

Entretanto, a questão mais interessante a ser abordada pelo roteiro de “Avatar” é a problemática dos paralelos entre o mundo real e o mundo virtual em que Sully passa a maior parte de seu tempo. Enquanto no mundo que ele conhece, Jake tem que lidar com uma série de limitações e pressões; na pele do avatar, Sully é livre para explorar uma conjuntura cheia de possibilidades, de aventuras, de aprendizados e de trocas. Ele se envolve emocionalmente com os Na’vi, especialmente com a sua “mestra” Neytiri (Zoe Saldana, numa atuação notável), com a cultura e com os valores que eles emanam – a ponto de ele chegar à máxima traição: de se voltar contra os seus pares para defender seu novo povo da exploração desmedida e inconseqüente a qual os humanos querem subjugá-los. 

Portanto, “Avatar” é somente mais um filme de uma longa linhagem recente (outro destaque é “Wall-E”, por exemplo) a tratar da questão da humanidade, da nossa necessidade de interação e de sentirmos o calor humano das relações. Precisamos de um propósito em vida e, através de Jake Sully, James Cameron retrata uma bela história de um homem que achava que estava brigando por algo quando, na realidade, a luta dele era outra. 

Voltando um pouco aos pontos tratados no início do nosso texto, com “Avatar”, James Cameron dá uma pequena mostra do que a atual tecnologia da indústria cinematográfica é capaz de fazer (preste atenção nos cenários e nas criaturas que foram criadas pelo diretor e sua equipe). Além disso, o filme é uma pura constatação do que é o cinema. James Cameron é um diretor visionário, um cara que leva a sua mente a limites inimagináveis e coloca isso em prática. Dá orgulho de ver que obras desse tipo são realizadas atualmente porque o cinema é para isso mesmo: para nos levar a territórios novos, para nos ajudar a viajar e a compreender aquilo que somos e o que vivemos. 

Cotação: 10,0

Avatar (Avatar, 2009)
Diretor: James Cameron
Roteiro: James Cameron
Elenco: Sam Worthington, Zoe Saldana, Sigourney Weaver, Stephen Lang, Michelle Rodriguez, Giovanni Ribisi, Joel Moore, CCH Pounder

Entry filed under: Cinema.

Os Melhores de 2009 Encontro de Casais

39 Comentários Add your own

  • 1. bruno soares  |  janeiro 4, 2010 às 11:13 pm

    eu achei a experiência visual bacana, mas achei o roteiro óbvio demais. bjs!

    Responder
    • 2. Kamila  |  janeiro 4, 2010 às 11:39 pm

      Bruno, o filme já era óbvio desde o trailer, que entregava tudo do roteiro! Beijos!

      Responder
  • 3. Weiner  |  janeiro 5, 2010 às 12:14 am

    Primeiro, quero te dar boas-vindas! Bom demais ter você de volta.
    Sobre o filme, é o que tenho dito por onde passo, Kamila. Tem alguns clichês que impediram o filme de brilhar por completo, pequenas falhas de roteiro que não me deixaram dar nota máxima. Mas tais maneirimos precisavam existir, para que o filme fluisse bem. De qualquer maneira, tivemos personagens carismáticos (aos quais me identifiquei), técnica suprema e inigualável, direção segura, sequências emocionantes e surpreendentes.
    Avatar é mesmo o melhor filme de 2009!
    Beijos e boa noite! 😉

    Responder
  • 4. Reinaldo Matheus Glioche  |  janeiro 5, 2010 às 12:26 am

    Oi Ka, bem vinda de volta! Espero que tenha tido uma ótima passagem de ano. Não sei se vc chegou a ler a minha critica do filme, mas o que eu disse lá, e repito aqui, está de acordo com seu posicionamento em relação aos aspectos técnicos do filme, mas não concordo com vc aponta as intenções do roteiro e estabelece a comparação com Wall E, por exemplo. Na minha opinião falta força argumentativa ao filme de Cameron, o roteiro é burocrático e as idéias nele esboçadas nunca são desenvolvidas a contento. Com Wall E acontece o oposto na minha opinião.

    Vc mesma reconhece as limitações do roteiro de Avatar. Infelizmente, esse é o filme mais fraco de Cameron. Mesmo Titanic tinha um propósito narrativo claro, bem estabelecido e bem desenvolvido ( e olha que não sou grande fã de titanic), mas Avatar é puro fetiche tecnológico. Para mim Exterminador 1 e 2, True Lies, O segredo do abismo e Aliens continuam sendo os grandes momentos de James Cameron.

    Não desmereço os avanços de Avatar. Eles são significativos, embora não tão grandes quanto faz-se parecer, mas suas conquistas são meramente comerciais. Sua ressonância no cinema e na capacidade de contar histórias é mínima. A tecnologia viabilizada por cameron será incorporada a produção de ficção científica, mas o cinema continuará se rendendo a alma de filmes como Distrito 9 e Blade Runner
    Bem, vou deixar outros comentarem né…

    Bjs

    PS: Pode não parecer, mas curti Avatar. Adorei e me diverti a beça. Mas sinto a necessidade de reconhecer suas limitações

    Responder
    • 5. Kamila  |  janeiro 5, 2010 às 12:29 am

      Weiner, obrigada! Eu senti falta daqui! Mas, estamos de volta para mais um ano de cinema! 🙂 Eu acho que os clichês funcionam a favor de “Avatar”, não prejudicam o filme e é como você mesmo disse: este é o melhor filme de 2009. Beijos!

      Reinaldo, obrigada pelo extenso e pertinente comentário e pelas boas vindas! 🙂 Olha, eu acho que “Avatar” vai contribuir, e muito, pro cinema! Acho que será uma obra a ditar caminhos, especialmente nessa parte de criação de universos, da captura de performance. O que Cameron fez aqui será visto em outras obras, de forma extensa, talvez, como aconteceu com “Matrix” e seus efeitos mirabolantes. Mas, essa é só minha opinião! Beijos! E acho que a gente pode apreciar um filme e, sim, reconhecer suas limitações.

      Responder
  • 6. Otavio Almeida  |  janeiro 5, 2010 às 1:10 am

    Um filme fantástico em todos os sentidos! Um trabalho perfeito, completo de um diretor visionário, que sabe o que faz!

    Bela crítica!

    Bjs!

    Responder
  • 7. Mandy  |  janeiro 5, 2010 às 1:21 am

    OMG, ainda n consegui ver. Quebrei a kra 2 vezes no cinema com o aviso de LOTADO E só vou se for 3D LEGENDADO.

    Bjus e FELIZ 2010 Kamila =D

    Responder
    • 8. Kamila  |  janeiro 5, 2010 às 1:28 am

      Otavio, concordo com seu comentário e obrigada. Beijos!

      Mandy, assista mesmo a este filme! Eu vi 3D e legendado e foi uma coisa SENSACIONAL!! Beijos e feliz 2010!

      Responder
  • 9. Thyago  |  janeiro 5, 2010 às 2:44 am

    Eu vi o filme e realmente, as cenas são bem feitas, excelente computação gráfica.

    Mas sinceramente, James Camaron me decepcionou. O roteiro do filme era muito óbvio. Eu via o filme e pensava somente em Pocahontas.

    Quanto à parte visual, o filme realmente é bom nisso. Mas especialmente para mim, Cameron falha em querer “me transportar para um mundo novo”. Sinto muito lhe dizer isto James Cameron, mas certas coisas como Final Fantasy, Elder’s Scroll e Fallout já fizeram isto de forma bem mais interessante.

    Recomendo você ler este artigo do Anthony Burch, do Destructoid:

    http://www.destructoid.com/why-avatar-didn-t-change-anything-for-gamers-158534.phtml

    Eu entrei no cinema esperando ao menos a história ser interessante. Eu nem sequer vi um trailer dele, pois como se tratava de Cameron, me isolei de qualquer coisa e esperei o filme me surpreender. Vi também este filme numa sala IMax 3D. Sala lotada. Não valeu o ingresso.

    Por nota, darei um 4 a este filme. Efeitos visuais, para mim, que tem contato com isso sempre, é nada.

    Responder
  • 10. Wally  |  janeiro 5, 2010 às 5:42 am

    Fico triste quando leio opiniões que dizem que trata-se de um feito apenas visual e técnico. Uma pena. Críticas ótimas como a sua deveriam surgir mais. “Avatar” é sensacional desde sua primeira imagem hipnotizante até o último olhar atordoante. É um filmaço, com todos os méritos da palavra.

    Nota 9.5

    Responder
  • 11. Rafael Moreira  |  janeiro 5, 2010 às 6:26 am

    Grande filme de fato. Fiquei simplesmente hipnotizado com o visual magnífico e a estória envolvente, mas não é meu favorito do ano. Fico feliz que já esteja de volta, bjos! 🙂

    Responder
    • 12. Kamila  |  janeiro 5, 2010 às 10:56 pm

      Thyago, respeito sua opinião, porém discordo completamente dela. Apesar do roteiro ter seus clichês, acho que o grande trunfo aqui é o visual e a forma como ele nos impacta.

      Wally, obrigada! E este é um filmaço mesmo!

      Rafael M., concordo! Beijos!

      Responder
  • 13. Vinícius P.  |  janeiro 5, 2010 às 9:45 am

    Gostei de você ter lembrado de “WALL-E”. Alguns acusam do filme não ter uma história válida, mas para mim “Avatar” já é um dos melhores filmes recentes nesse estilo. Uma maravilha…

    Responder
  • 14. Rogerio  |  janeiro 5, 2010 às 3:15 pm

    Kamila, legal voce ter visto em 3D – gostaria de ter tambem visto assim , pois o visual (de Pandora e dos Na’vi) é o ponto máximo do filme.Nao me envolvi tanto com a historia, pois achei que pegou mal a questao da natureza e sua destruiçao.Mesmo em outro planeta, fica dificil imaginar que os humanos agiriam de forma barbara daquele jeito.
    Mas enfim, isso é uma aventura e nao se deve levar tao a sério.
    Achei que Cameron fez o melhor trabalho possivel com os 230 mi que tinha em maos. Foi uma grana bem empregada, por um cineasta que tem grande visao.
    Bjao.

    Responder
  • 15. Robson Saldanha  |  janeiro 5, 2010 às 7:14 pm

    É o que eu digo: porque não dá 10,0 se o filme funciona contigo? Adorei abrir aqui e ler seu texto elogiando este filme e ao final enxergar um 10,0. O filme merece todo bombardeio de críticas positivas que vem recebendo justo por fazer uma revolução nessa nova temática e ainda assim mostrar que é possível fazer um bom cinema com temas diferentes e originais. Achei fantástico tudo isso, maravilhosamente bem feito e emocionante. É fato que vou conferi-lo mais uma vez antes de sair do cinema.

    Responder
    • 16. Kamila  |  janeiro 5, 2010 às 10:57 pm

      Vinícius, eu estou contigo! Uma maravilha de filme!

      Rogerio, eu não acho que é difícil imaginar os humanos agindo de forma tão bárbara. O que fazemos diariamente com nosso planeta? O estamos destruindo há MUITO tempo! Beijão!

      Robson, exatamente! A nota 10 é algo pessoal e mostra o impacto que aquela obra causou em você. Eu também gostaria de conferí-lo novamente e tenho recomendado a obra efusivamente àqueles que conheço!

      Responder
  • 17. Paloma  |  janeiro 6, 2010 às 1:13 am

    Espetacular!!!!!!!!!…É um show de cores, ação, e tudo que há de melhor no cinema…a trilha ta perfeita, eu amei os atores…e efeitos…NOSSA…são MARAVILHOSOS…
    Amei Amei Amei…

    beijos

    Responder
  • 18. Mandy  |  janeiro 6, 2010 às 3:29 am

    Desse fds não passa!!! huhsauhsasa sem mais LOTADO, por favor! Fico feliz q gostou das dicas de sobrancelha!

    Responder
    • 19. Kamila  |  janeiro 6, 2010 às 12:42 pm

      Paloma, que bom que gostou! Beijos!

      Mandy, estou impressionada com o fato de este filme estar sempre LOTADO! Fico feliz com isso!

      Responder
  • 20. Mayara Bastos  |  janeiro 6, 2010 às 5:45 pm

    Ainda estou impressionada com este filme, mesmo tendo visto na versão convencional. Mas concordo com o que disse. Preciso de mais palavras para falar sobre ele, só adianto uma coisa: FILMAÇO! rsrsrs.

    Beijos! 😉

    Responder
    • 21. Kamila  |  janeiro 6, 2010 às 8:12 pm

      Mayara, com certeza! Que bom que gostou da obra! Beijos!

      Responder
  • 22. O Cara da Locadora  |  janeiro 7, 2010 às 11:59 am

    Assino embaixo, o legal é que você conseguiu falar do filme todo sem necessáriamente tocar nas revoluções técnicas do filme… e mesmo assim dar 10… gostei.

    Responder
  • 23. Marcus Vinícius  |  janeiro 7, 2010 às 12:36 pm

    Bah, eu não acho que o roteiro foi clichê demais, de certo o Jake teria que morrer ou algo do gênero só para o filme ficar diferente? Eu achei perfeito do jeito que foi. O final de seu texto disse tudo, Kamilinha. 😉

    Beijos!

    Responder
    • 24. Kamila  |  janeiro 7, 2010 às 10:00 pm

      O Cara da Locadora, obrigada!

      Marcus, obrigada!!! Beijos!

      Responder
  • 25. EsKiiloo  |  janeiro 8, 2010 às 1:23 am

    Rá! Eu te falei, não falei Kamila? 😀 hahahahaha

    Brincadeira, que bom que você gostou de Avatar ^^

    Na minha opinião, Avatar é um filme Espetacular!!!!!!!!
    O show visual desse filme é uma coisa que eu não consigo achar palavras pra descrever, cada detalhe é impecável!

    E quanto a estória, eu vejo não um filme com “roteiro clichê”, mas sim uma estória metafórica simplesmente maravilhosa!

    Parabéns pelo Post e pelo Blog Kamila ^^ ..Feliz 2O1O’

    Responder
  • 26. Madame Lumière  |  janeiro 8, 2010 às 1:15 pm

    Olá Kamila,

    Eu estou apaixonada por Avatar a ponto de mergulhar totalmente no filme, ser parte dele como uma fuga a um planeta Pandora, uma nova família, a raça Navi, novas possibilidades de ser feliz.

    O filme , embora com roteiro mais básico, tem a profundidade das problemáticas da existência humana em questões elementares que foram perdidas com a contaminação do ser humano. Somente verá isso quem estiver disposto a viver AVATAR, viver a transformação.

    Bjs,

    Madame Lumière

    Responder
    • 27. Kamila  |  janeiro 9, 2010 às 5:33 pm

      EsKiloo, obrigada! E acho que eu devo assistir, mais vezes, a filmes sem total expectativa, como foi nesse caso, aqui! Feliz 2010!

      Madame Lumière, eu não estou tão apaixonada pelo filme a este ponto, mas adorei o mundo Pandora e suas criaturas. E gostei do que disse no seu segundo parágrafo. Concordo contigo. Beijos!

      Responder
  • […] Azevedo CINÉFILA POR NATUREZA “James Cameron é um diretor visionário, um cara que leva a sua mente a limites […]

    Responder
  • 29. Adriano  |  janeiro 11, 2010 às 11:43 am

    “Reinaldo Matheus Glioche”, a minha opinião sobre é a seguite: pra o cara conseguir segurar o espectador por 3 horas e não fazê-lo reclamar, o roteiro tem que ser muito bom. Eu realmente achei espetacular o roteiro do filme. É um roteiro que não pára em nenhum momento ao mesmo tempo que não sufoca. Achei brilhante. A trama, só é óbvia se você foi assistir esperando outra coisa. É um filme de herói, e como todo herói, tem um mentor, uma gatinha (linda por sinal, zoe saldana ganhou mais um ponto), um propósito e um feito heróico. Essa é a saga do herói, como pode ser visto em matrix, dick tracy, roger rabbit, 13° andar, strange days, batman, superman, spiderman, hulk, jesus cristo, shiva, romeu e todos os heróis. Acho que a grande questão do roteiro era explorar a alma humana da forma mais natural. Acho bem plausível/convincente o argumento da destruição da natureza, usando a metáfora de “Pandora”, assim como a metáfora dos “camarões” em Distrito 9. É uma questão de expectativa.

    Kamilla, acho Wall-e o mais propício ao choro de todos os da Pixar. A forma carinhosa que ele enxerga o mundo, com seus colecionáveis é tocante. E EVE empata com Neytiri e Trinity ao posto de mais-lindas-namoradas-do-herói.

    Responder
  • 30. Adriano  |  janeiro 11, 2010 às 11:45 am

    PS: Nota 10. Em 3D, nota 11 caminhando pra 12…

    Responder
  • 31. Ramon  |  janeiro 11, 2010 às 6:06 pm

    Nossa, 10??
    Confesso que não li a resenha pois ainda não assisti o filme.
    Ouvi por aí que a história em si é meio fraca. O ponto forte estaria no visual, como você citou.
    Estou ansioso para conferir.

    Feliz 2010 para você e para o Cinéfila por Natureza!

    Responder
    • 32. Kamila  |  janeiro 12, 2010 às 1:40 am

      Adriano, eu acho que “Up” é o filme da Pixar mais propício ao choro. 🙂

      Ramon, 10! Assista mesmo ao filme urgentemente e não acredite em quem diz que a história é fraca. Pelo contrário. Feliz 2010 para você!

      Responder
  • 33. Os Indicados ao Oscar 2010 « Cinéfila por Natureza  |  fevereiro 2, 2010 às 9:57 pm

    […] temos os dois filmes que irão polarizar a disputa na categoria principal da noite: “Avatar“, de James Cameron, e “Guerra ao Terror”, de Kathryn Bigelow – ambos com 9 […]

    Responder
  • 34. Cena da Semana « Cinéfila por Natureza  |  fevereiro 7, 2010 às 8:19 pm

    […] filme que lidera a lista de indicados ao Academy Awards 2010 com 9 menções, junto com “Avatar“; como também pelo fator histórico da sua indicação a Melhor Diretor: ela é a quarta […]

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  • […] de Geoffrey Fletcher ganhando Melhor Roteiro Adaptado por “Precious” e “Avatar” vencendo Melhor Fotografia. Casos como a vitória de “The Secret of Her Eyes”, […]

    Responder
  • 36. A Origem « Cinéfila por Natureza  |  agosto 21, 2010 às 1:17 am

    […] cinematográfica, em 2010, o que James Cameron fez pela mesma indústria, em 2009, com “Avatar”. As duas obras são extremamente corajosas e são um sopro de criatividade, de originalidade e […]

    Responder
  • 37. O Último Mestre do Ar « Cinéfila por Natureza  |  setembro 23, 2010 às 12:19 am

    […] da Água e do Ar), só existe um ser (que é chamado de Avatar – por favor, não confundir com o longa de James Cameron) que é capaz de dominar estes quatro elementos. Cabe a ele, em consequência disso, manter o […]

    Responder
  • […] Avatar, de James Cameron […]

    Responder
  • 39. Santuário « Cinéfila por Natureza  |  fevereiro 23, 2011 às 10:19 pm

    […] Existem certos diretores cuja fama é tão enorme que eles acabam se tornando uma grife hollywoodiana. Faz parte do papel deles abrir espaço para obras menores de outros diretores, mas nas quais eles acreditam piamente. Se Steven Spielberg emprestou seu nome e reputação ao bancar a distribuição efetiva de “Atividade Paranormal” nos cinemas, porque James Cameron não pode fazer a mesma coisa? Além de colocar seu nome como produtor de “Santuário”, filme dirigido por Alister Grierson, Cameron também emprestou as mesmas câmeras e tecnologia 3D que foram utilizadas em “Avatar”. […]

    Responder

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A autora

Kamila tem 29 anos, é cinéfila, leitora voraz, escuta muita música e é vidrada em seriados de TV, além de shows de premiações.

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