Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte Dois

julho 27, 2011 at 8:15 pm 31 comentários

Ao longo de sete filmes da série “Harry Potter”, as resenhas críticas publicadas neste blog não nos deixam mentir: esta franquia cinematográfica não era uma de nossas mais favoritas, principalmente por causa de um sentimento recorrente, o de que os roteiros dos filmes (uma vez que não somos familiarizados com o universo literário criado por J.K. Rowling) eram uma verdadeira enrolação rumo a um encontro que parecia ser inevitável: o de Harry Potter (Daniel Radcliffe) e do Lord Voldemort (Ralph Fiennes).

Foi preciso cerca de 2h30 (tempo de duração de “Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte Dois”, filme de David Yates que encerra esta saga) para, finalmente, compreendermos a essência desta franquia cinematográfica. A história de Harry Potter é, sim, aquela que o leva até a derradeira batalha com Lord Voldemort; porém, mais do que isso, a jornada do personagem principal é aquela que o carrega de encontro ao seu amadurecimento – nesse sentido, é fundamental a passagem dele por Hogwarts, a escola para bruxos na qual ele irá conhecer as pessoas que formarão o alicerce de sua personalidade e que farão parte de sua vida para sempre, bem como o local que será propício para o encontro dele com o amor, o companheirismo, a honra, a coragem e a lealdade, assim como o proporcionará a oportunidade de ter aquilo mais lhe faltava: uma família.

“Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte Dois” retoma a história de Harry Potter do momento em que a parte um deste filme terminou. Ou seja, Harry e seus dois melhores amigos, Hermione Granger (Emma Watson) e Ron Weasley (Rupert Grint), continuam a missão em busca da destruição das Horcruxes restantes que guardam os pedaços da alma maligna de Voldemort. O acréscimo que o filme faz em relação à parte anterior é que nunca um longa da série “Harry Potter” foi tão triste como esse – e isso acaba sendo muito bom porque toda essa atmosfera de destruição, de dor e de desalento contribuem e reforçam muito a mensagem principal que a série quer passar.

O filme que encerra a saga também é uma comprovação do amadurecimento dos próprios atores que interpretam o trio central desta série. Daniel Radcliffe, Rupert Grint e Emma Watson – que também receberam críticas fortes por aqui por causa da inexpressividade de suas atuações em outros longas da série – estão muito bem, atuando de forma sólida nos momentos mais tensos, arrancando lágrimas da plateia naqueles que são os instantes mais emocionantes e marcantes da obra e se colocando de igual para igual ao lado de nomes como Alan Rickman (numa atuação excelente), Ralph Fiennes, Maggie Smith e Richard Gambon.

O diretor David Yates, mais conhecido pelo seu trabalho na TV inglesa, também acaba comprovando o porquê da confiança recebida dos produtores dessa franquia. A responsabilidade de fechar a saga era grande, mas, com “Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte Dois”, o diretor realiza um filme digno de figurar nas listas de melhores do ano e que alia um bom roteiro à ótima execução, com destaque para os efeitos visuais, a direção de arte e a trilha sonora composta pelo francês Alexandre Desplat. Não será surpresa se este filme for lembrado nas premiações da temporada 2011-2012.

Cotação: 9,5

Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte Dois (Harry Potter and the Deathly Hallows: Part Two, 2011)
Direção: David Yates
Roteiro: Steve Kloves (com base no livro de J.K. Rowling)
Elenco: Ralph Fiennes, Michael Gambon, Alan Rickman, Daniel Radcliffe, Emma Watson, Rupert Grint, John Hurt, Helena Bonham Carter, Kelly Macdonald, Jason Isaacs, Tom Felton, Ciarán Hinds, Maggie Smith, Jim Broadbent, Gemma Jones, David Thewlis, Julie Walters, Emma Thompson, Gary Oldman

Entry filed under: Cinema.

Cilada.com Teatro – “Dolores”

31 Comentários Add your own

  • 1. Marconi  |  julho 27, 2011 às 8:19 pm

    Acho que encerrou a franquia com perfeição. Muito bom texto.
    http://cinespaco.blogspot.com/

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    • 2. Kamila  |  julho 27, 2011 às 8:22 pm

      Marconi, obrigada!

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  • 3. cleber eldridge  |  julho 27, 2011 às 8:22 pm

    Só eu achei o filme muito ruim, tudo muito rapido, tudo muito mal feito … Fiquei muito triste com esse final, sem contar que aqueles ” sei lá quanto tempo depois” não era necessário.

    Resposta
    • 4. Kamila  |  julho 27, 2011 às 8:31 pm

      Cleber, acho que a sua opinião é a única discordante no caso desse filme…

      Resposta
  • 5. Rafa  |  julho 27, 2011 às 8:52 pm

    Que lindo texto *O*

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  • 6. João Linno  |  julho 27, 2011 às 9:00 pm

    Acho interessante que a franquia acompanhou o perfil dos leitores/espectadores. Os personagens cresceram junto com o público: http://nuncaserao.tumblr.com/post/8013085145/fato-hp7

    Bjs.

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    • 7. Lorena  |  julho 27, 2011 às 9:18 pm

      Sim, o filme cresceu junto com os leitores e acredito que o nível de aprimoramento visual também. A estética em cada filme se modifica por conta da evolução dos personagens e do cenário em que estão envolvidos. É muito interessante visualizar isso.

      No meu caso, era uma leitora voraz da série e a acompanhei por muitos anos, não somente nos momentos de lançamentos dos livros e filmes, mas com a participação em fóruns e outras mídias que se inseriam o livro. O que vi no lançamento deste último livro foram vários amigos meus, agora muito mais velhos, que continuaram acompanhando a saga com a mesma animação dos primeiros anos e comentam muito bem sobre a fidelidade do livro com a obra. Uma pena ainda não conseguir ver nenhuma das partes do 7º filme.

      Quanto ao comentário do Cléber, esse mesmo artifício “tanto tempo depois” também é utilizado no livro no último capítulo do 7º livro. Sim, tem mil formas mais interessantes de se mostrar uma passagem de tempo, mas tem que se lembrar que, apesar do visível crescimento, o público continua sendo infanto-juvenil.

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      • 8. Kamila  |  julho 28, 2011 às 12:01 am

        Rafa, sabia que você iria gostar! 🙂

        João Linno, também acho isso interessante. O rito de passagem de Harry e seus amigos da adolescência pra vida adulta é o mesmo que muitos dos leitores dos livros da série estão passando agora. Beijos!

        Lorena, também acho que essa série foi se aprimorando visualmente ao longo de cada filme. Sua observação é muito interessante. A minha birra com essa série era a questão da não evolução da narrativa. Ela sempre me parecia cair no mesmo ponto. Nesse último filme, compreendi que não era assim. Que o objetivo da série era o retrato desse processo de crescimento dos personagens. Meu olhar aqui é somente o de quem conhece os filmes, nunca li qualquer livro da série. E os meus amigos que conhecem o universo literário falam sobre isso também: da fidelidade dos filmes com a obra, especialmente nesta sétima parte da série. Obrigada pela visita pelo comentário! Apareça mais vezes! 🙂

  • 9. Victor Nassar  |  julho 27, 2011 às 11:11 pm

    Por enquanto, uma das críticas mais positivas! Vejo o filme amanhã e então volto aqui pra ler com mais calma! =]

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    • 10. Kamila  |  julho 28, 2011 às 12:02 am

      Victor, volte, sim! E bom filme!!

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  • 11. Amanda Aouad  |  julho 28, 2011 às 3:27 am

    Que bom que Harry Potter te conquistou no final, Kamila. hehe. Ele me conquistou desde os livros e realmente o oitavo filme fecha com louvor a série. Ótima análise.

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    • 12. Kamila  |  julho 28, 2011 às 1:27 pm

      Amanda, obrigada!!

      Resposta
  • 13. Gabriel Neves  |  julho 28, 2011 às 2:14 pm

    Concordo com tudo o que você citou, houve um verdadeiro amadurecimento em toda a parte, até de Radcliffe, que antes eu detestava em sua atuação. O filme achou o tom certo para seu desfecho, com a direção de Yates, a fotografia de Serra, a trilha de Desplat e as atuações de Radcliffe, Watson, Grint, Smith, Rickman e Fiennes. Tudo parece que entrou numa sincronia mágica para acabar.
    Abraços.

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  • 14. Reinaldo Matheus Glioche  |  julho 28, 2011 às 2:44 pm

    Fico feliz que, no desfecho da série, vc tenha abraçado Harry Potter Ka. De verdade. Mas achei os dois últimos filmes fracos em matéria de cinema. Esse aspecto emocional emulado por vc está mesmo vívido nesse último arco, mas acredito que a (cada vez mais provável) lembrança na temporada de premiações se dará por uma conjunção de fatores que une esse aspecto emocional a um poderoso marketing da Warner. Qualidade para uma indicação ao Oscar não há.

    Bjs

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  • 15. bruno knott  |  julho 28, 2011 às 6:41 pm

    Tb tenho a impressão que ele será bastante lembrado nas premiações, com chances de vitória em várias categorias. Aguardemos.

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    • 16. Kamila  |  julho 29, 2011 às 11:37 am

      Gabriel, eu odiava a atuação de todo o trio central de atores adolescentes, mas até eles me convenceram neste último filme. Concordo que o filme achou o tom certo pra o desfecho. A obra é excelente. Abraços!

      Reinaldo, eu vou discordar de você nessa. 🙂 Beijos!

      Bruno, concordo, especialmente de vitórias em categorias técnicas. Aguardemos.

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  • 17. Paulo Montanaro  |  julho 28, 2011 às 6:51 pm

    Olá Kamila. Tudo bom?

    Muito bacana o texto. Acho que vc conseguiu resumir bastante os pontos principais do filme. Esse meio pontinho que faltou para a nota 10, na minha opinião, entram na conta do único problema que eu achei realmente “menos bom”, que foram as batalhas que esperávamos tanto. Não sei se vc concorda, mas realmente faltou emoção em alguns embates finais, como o da Sra. Weasley com Bellatrix, e principalmente o final e mais aguardado. Como bruxos tão poderosos, esperava ver um show de magias diferentes de ataque, mais movimentação e mais emoção na vitória.

    Mas enfim, tbm gostei bastante da saga. Espero que logo surja algo tão grandioso para que possamos esperar novamente 8, 9, 10 anos para ver como termina.

    Parabéns pelos textos do blog. Estou sempre acompanhando.
    “Há braços”
    Paulo Montanaro
    Blog Pensando Imagem e Som

    Resposta
  • 18. Otavio Almeida  |  julho 28, 2011 às 8:15 pm

    O filme é bom. Mas a empolgação se justifica pelo adeus, pela última vez que veremos esses personagens, esse mundo. Não pelo cinema de primeira categoria.

    Não acho que David Yates mudou do quinto para o oitavo filme. Seu cartão de visita já foi notado em “A Ordem da Fênix”. Mas, enfim, não sou dono da razão. Tudo isso é discutível, claro.

    Por isso, só discordo quando você chama o roteiro de bom. O resto do filme, bem, tudo é discutível.

    Bjs!

    Resposta
  • 19. Louis Vidovix  |  julho 28, 2011 às 10:58 pm

    Fico feliz pela sua impressão positiva, Ka. Geralmente nossos gostos e preferências “batem” bastante, e sua opinião sobre Harry Potter era um dos nossos únicos pontos divergentes. Tive o privilégio de ver esse filme na cabine, uma semana antes, e nossa, fiquei até com vergonha no final, de tão inchado que estava meu rosto pelas lágrimas. Saí deprimido em níveis que nem foram diagnosticados ainda, mas de uma maneira boa! HAHAHAHA. A saga atinge o seu ápice com louvor e adapta maravilhosamente bem as questões mais profundas que a autora abordou na obra – em especial, o peso da morte. Beijos!

    Resposta
    • 20. Kamila  |  julho 29, 2011 às 11:40 am

      Paulo, obrigada pela visita e pelo comentário! 🙂 Como eu não sou familiarizada com o universo literário, não sei dizer o que ficou faltando do livro neste filme. Acho até que as batalhas foram bem convincentes e satisfatórias. Não senti falta disso. O filme só não ganhou 10 porque acho que não merecia mesmo! 🙂 Abraços!

      Otavio, eu sei que você não gostou desse filme e já discutimos isso no seu post sobre ele. Concordo que muito do auê em relação à obra vem do fato de ela marcar a despedida desse universo dos cinemas. Beijos!

      Louis, que bom! 🙂 E você era um dos que ‘pegava no meu pé’ por causa da minha birra com “Harry Potter”. Me lembro do seu texto e da sua reação emocionada a ele. 🙂 Eu concordo com o que você disse: a obra trata muito bem do peso da morte. Beijos!

      Resposta
      • 21. Clóvis Tayllon Barros  |  agosto 14, 2011 às 3:15 am

        “A obra trata muito bem do peso da morte”

        Ah Kamila! Esse é o principal motivo pelo qual eu gosto da série.
        Você captou mesmo a essência da história: Harry Potter é sobre amadurecimento, sobre coragem, lealdade e como devemos enfrentar as adversidades e nunca baixar a cabeça para o que é errado. É sobre, como disse Dumbledore uma vez: “Escolher fazer o que é certo, ao invés de fazer o que é fácil.”

        E fico feliz de ver que uma pessoa que não é fã de Harry Potter soube analisar o filme do jeito que deve ser feito: imparcialmente, analisando os aspectos positivos e negativos. E ao contrário do que muitos fãs dizem, os filmes não são tão fieis aos livros. Os livros dão uma explicação e um nível de detalhes maior a obra. Em todo caso, achei as Relíquias da Morte, parte 2 excelente.

        Nota: 9,0

  • 22. Paulo Ricardo  |  julho 29, 2011 às 4:22 am

    Harry Potter foi a franquia mais bem sucedida do cinema e também tem os fãs mais fieis rss.É proibido criticar qualquer filme,pq o espectador pode ser criticado ou insultado por um fã do bruxinho.Vou evitar polemicas.Em 5 pitacos comento o último filme:

    1-“Harry Potter e as Reliquias da Morte-Parte 2” é bom pq “convida o não leitor” a interagir com o filme(meu deus do ceu,os fãs não entendem que ninguém é obrigado a comprar um livro de J.K Rowling!).

    2-Eu gostei do filme pq ele tem bom roteiro,montagem e dá um fim digno a franquia.

    3-Não perdoei a escritora J.K Rowling ter excessivo controle artistico da série.O melhor filme da série(O Prisioneiro de Azkaban,na minha opinião)é de Alfonso Cuáron que é um cineasta autoral e não um diretor contratado.Há essa franquia nas mãos de um Peter Jackson da vida…

    4-Esse elenco nunca me convenceu.Não acho Daniel Radcliffe bom ator(mt baixinho,com cara de enfezado)e Emma Watson com cara de fome.Mas quem me ganhou nesse último filme é David Yates.Parece que vai ser um grande diretor.Em alguns momentos o filme lembra dramaticamente as obras de Guillermo Del Toro(O Labirinto do Fauno,uma obra prima!) e Peter Jackson(dispensa apresentações).Sabe os bons filmes de fantasia?senti isso nesse ultimo filme.

    5-Reiterando o que eu disse na parte 1 e 2.Livro é livro e filme é filme.Fãs de Harry Potter entendam isso!!

    Beijos.

    Resposta
    • 23. Kamila  |  julho 29, 2011 às 11:42 am

      Paulo, acho que é exagero dizer que essa foi a franquia mais bem sucedida do cinema e a que tem fãs mais fieis. Tantas outras o são e o têm! rsrrs Eu acho que esse filme foi bem palatável e compreensível pra quem, como eu, não conhece esse universo literário. Concordo com o ponto 2. E não acho que seja ruim a escritora ter tido controle criativo sobre os filmes. Isso mostra o cuidado dela com o conteúdo que ela criou, pra que ele não fosse adaptado de qualquer filme. È inegável que o elenco jovem está muito melhor agora. E, sim, Livro é livro. FIlme é filme. Os dois não se misturam! Beijos!

      Resposta
    • 24. Clóvis Tayllon Barros  |  agosto 14, 2011 às 6:22 pm

      Nas mãos de Peter Jackson Harry Potter seria uma série mil vezes melhor do que já é. O maior mal dos filmes é a constante troca de diretores e, a maioria deles (com exceção de Alfonso Cuarón) produzem os filmes sem muita dedicação visando apenas o lucro nas bilheterias.

      Resposta
      • 25. Kamila  |  agosto 14, 2011 às 11:41 pm

        Clóvis, obrigada pelos comentários! 🙂 Fico muito feliz com seus elogios! 🙂 Concordo que Peter Jackson dirigindo essa série faria com que Harry Potter fosse uma série cinematográfica sensacional! Mas, acho que ele não se submeteria ao controle excessivo que a J.K. Rowling teve sobre os filmes. Ele precisa de liberdade criativa.

  • 26. Andinhu  |  julho 30, 2011 às 6:32 pm

    Gostei do filme, mas não vi nada de épico como la li pela internet.Épico são filmes com batalhas intensas, grandiosas, o que nao é o caso de HP7.2
    Tudo é muito rapido, as vezes sem a emoção que era pra ter. Mas vale a pena. Eu poderia fazer uma lista com as varias cenas fodasticas do filme.

    Resposta
  • 27. Kamila  |  julho 30, 2011 às 8:00 pm

    Andinhu, concordo que esse filme não é um épico, mas discordo de que tudo aconteça rapidamente e sem emoção…

    Resposta
  • 28. Otavio Almeida  |  agosto 2, 2011 às 9:06 pm

    Mas, puxa, eu gostei do filme… Dei até 3 estrelas. Só não achei o máximo.

    Resposta
  • 29. Eri Jr.  |  agosto 3, 2011 às 4:06 pm

    Kamila, sei que tu comenta no Madame Lumière então resolvi fazer uma visita ao teu blog. Estou gostando muito! =D

    Quanto a Harry Potter, concordo que seja um filme muito bom, mas no meu ver o último filme deixou de ser realmente épico quando optaram por dividi-lo! A falta de um clímax na Parte 1, reflete com esse único clímax da Parte 2, e acostumado com uma continuação, eu como fã da série, não senti que foi um verdadeiro final! Talvez quando este chegar em DVD e possamos assistir Parte 1 e Parte 2 seguidos, aí sim teremos um filme perfeito!

    Voltarei aqui com certeza!! =P

    Resposta
    • 30. Kamila  |  agosto 7, 2011 às 12:25 am

      Otavio, como você achou esse filme sem emoção???

      Eri, obrigada pela visita e pelo comentário! Volte sempre que quiser! 🙂 Eu concordo que falta um clímax na parte 1, mas acho que a parte 2 não sofre por causa disso. Acho que esse filme, até, possui vários clímaxes. 🙂

      Resposta
  • 31. Os Melhores Filmes de 2011 « Cinéfila por Natureza  |  dezembro 28, 2011 às 1:58 am

    […] O diretor David Yates, mais conhecido pelo seu trabalho na TV inglesa, também acaba comprovando o porquê da confiança recebida dos produtores dessa franquia. A responsabilidade de fechar a saga era grande, mas, com “Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte Dois”, o diretor realiza um filme digno de figurar nas listas de melhores do ano e que alia um bom roteiro à ótima execução, com destaque para os efeitos visuais, a direção de arte e a trilha sonora composta pelo francês Alexandre Desplat. Não será surpresa se este filme for lembrado nas premiações da temporada 2011-2012. (Crítica publicada em 27 de julho de 2011) […]

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A autora

Kamila tem 29 anos, é cinéfila, leitora voraz, escuta muita música e é vidrada em seriados de TV, além de shows de premiações.

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