Cena da Semana

agosto 16, 2009 at 10:53 pm 21 comentários

(Judy Garland canta “Somewhere Over the Rainbow” – O Mágico de Oz [1939] – diretor: Victor Fleming)

No dia 12 de Agosto, um dos filmes mais clássicos da história do cinema completou 70 anos. “O Mágico de Oz”, obra dirigida por Victor Fleming, é um daqueles longas que conseguiu resistir aos limites do tempo e ainda encontra ressonância, sendo objeto de discussão pela sua temática e linguagem (foi um dos primeiros filmes totalmente em technicolor) e com uma mensagem repleta de mitologia.

A jornada de Dorothy (Judy Garland), garotinha do Kansas, que cai de para quedas no mundo mágico de Oz e, com seus sapatinhos cor de rubi, anseia pela volta à casa é, na realidade, uma grande metáfora sobre o amadurecimento pelo qual todos nós somos obrigados a passar. O filme nos mostra que todos devemos seguir nossos próprios caminhos, mas tendo a certeza de que o nosso lar é o nosso porto seguro, local aonde encontraremos afeto, apoio e segurança. Portanto, todos devemos ir atrás do que está além do arco-íris, mas, com a consciência de que “não existe lugar como a nossa casa”. 🙂

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21 Comentários Add your own

  • 1. Mayara Bastos  |  agosto 16, 2009 às 11:01 pm

    Olá, Kamila! tudo bem?

    Adoro o filme e sempre é um prazer vê-lo outra vez. E vida longa e próspera a ele.

    Beijos e tenha uma ótima semana! 😉

    Responder
  • 2. Yuri  |  agosto 16, 2009 às 11:49 pm

    Clássico sensacional, com certeza é daqueles que não envelhecem nunca.

    Beijos

    Responder
  • 3. Robson Saldanha  |  agosto 16, 2009 às 11:49 pm

    eu adoreeeeeei eu esse filme. Já que, pasmem, assisti somente agora e gostei muito! Minha crítica pra sair do forno… quentinha, inclusive em comemoração, apesar de ser uma mega conincidência!

    Responder
    • 4. Kamila  |  agosto 16, 2009 às 11:56 pm

      Mayara, tudo bem, obrigada. E com você? Concordo com tua mensagem. Beijos e uma ótima semana!

      Yuri, concordo. Beijos!

      Robson, eu assisti a este filme há um bom tempo e sempre me vejo retomando a visita à esta bela história. Vou aguardar teu post sobre a obra.

      Responder
  • 5. Jeniss Walker  |  agosto 16, 2009 às 11:56 pm

    grandiosa citação, Ka.

    sempre é um prazer rever esse filme.
    abraço 🙂

    Responder
    • 6. Kamila  |  agosto 16, 2009 às 11:57 pm

      Jeniss, obrigada. E é sempre ótimo rever este lindo filme. Abraço!

      Responder
  • 7. Joao Paulo  |  agosto 17, 2009 às 12:06 am

    Isso prova uma coisa … Clássicos nao morrem … vivem eternamente na história do cinema e em nossas mentes …

    Responder
    • 8. Kamila  |  agosto 17, 2009 às 1:41 am

      João Paulo, belas palavras!

      Responder
  • 9. Weiner  |  agosto 17, 2009 às 4:29 pm

    Demorei um pouquinho para absorver a grandeza deste musical, mas agora eu faço uma longa mesura à “O Mágico de Oz”. Esta sequência (com a doce e lânguida voz de Judy Garland) é um dos maiores achados do cinema, em todos os tempos! E pensar que o estúdio quase cortou essa canção na montagem final… Pode?
    Beijos!

    Responder
  • 10. Brenno Bezerra  |  agosto 17, 2009 às 4:43 pm

    APAIXONANTE…. APAIXONANTE…APAIXONANTE…. PARABÉNS PELO SEU TEXTO, KAMILA. GOSTARIA QUE ALGUMA EMISSORA DE TV ABERTA EXIBISSE O FILME EM COMEMORAÇÃO AO FATO.

    BEIJOS

    Responder
  • 11. Bruno Soares  |  agosto 17, 2009 às 5:19 pm

    A primeira coisa que eu fiz depois de sair da sessão de Austrália foi rever O Mágico de Oz. Meu filme infantil predileto EVER!

    Ah, tem selo pra vc lá no blog, Kamila.

    Abrazo!

    Responder
    • 12. Kamila  |  agosto 18, 2009 às 12:32 am

      Weiner, esta cena é uma das mais lindas de todos os tempos. Eu não sabia dessa história do estúdio. Que estupidez deles se tivessem cortado isso do filme. Beijos!

      Brenno, obrigada! Não sei dizer se alguma emissora de TV transmitiu o filme em homenagem aos seus 70 anos. Beijos!

      Bruno, como eu disse, “O Mágico de Oz” é um dos meus filmes favoritos. Vou ver o selo. Obrigada! Abraço!

      Responder
  • 13. Kau Oliveira  |  agosto 17, 2009 às 5:26 pm

    Kami, vc bem sabe do meu amor por O Mágico de Oz. Pra mim, o segundo melhor filme de todos os tempos e esta cena é, possivelmente, uma das mais belas já feita. Judy inspirada, aquele Kansas em tons de sépia, a canção lindíssima… ADORO!

    Beijos e linda semana!!

    PS: a seleção russa classificou!!! =D

    Responder
  • 14. Luiz Henrique Oliveira  |  agosto 17, 2009 às 6:53 pm

    Clássico. Qualquer pessoa, de qualquer idade ainda se encanta com O Mágico de Oz – tanto que não precisa ser refilmado. Abraço!

    Responder
  • 15. Charles  |  agosto 17, 2009 às 10:57 pm

    Oi Kamila! Mágico de Oz é maravilhoso. Uma unanimidade. é pena que a talentosa Judy Garland tenha tido uma vida tão trágica após esse filme.

    abs.

    Responder
    • 16. Kamila  |  agosto 18, 2009 às 12:35 am

      Kau, nossa, que precisão. “O Mágico de Oz”, para mim, talvez seria o melhor filme de todos os tempos. E graças a Deus a seleção russa classificou. Se Deus quiser, faremos estragos na semana final de GP! 🙂 Beijos e obrigada pelos desejos de linda semana. Eu vou precisar!! rsrsrsrsrsrs

      Luiz Henrique, concordo. Abraço!

      Charles, uma pena mesmo. Mas, ela não estava preparada para a fama, para as cobranças. Ela foi uma vítima, na minha opinião, do sistema. Abraços!

      Responder
  • 17. denistorres79  |  agosto 18, 2009 às 12:30 am

    Tem selo pra vc lá no meu blog:

    http://thecinemaniaco.wordpress.com/

    Abs!!!

    Responder
    • 18. Kamila  |  agosto 18, 2009 às 12:35 am

      Denis, obrigada!!!!

      Responder
  • 19. Rodrigo mendes  |  agosto 19, 2009 às 5:27 pm

    …E o Vento Levou, também assinado por Fleming, tem o tema da importância do lar, da terra. Coincidência? No mesmo ano de 1939 dois clássicos parecidos com duas protagonistas que amadureceram e acho que deveria colocar a cena em que Scarlett olha para sua amada TARA numa panorâmica incrível!

    Beijos kamila..ótimo blog!

    Responder
  • 20. Wally  |  agosto 21, 2009 às 3:28 am

    A classe, a magia e a simplicidade desta cena (e desta música) irão sobreviver eternamente. É tudo tão autêntico que emociona. Não acho que o filme seja uma das obras máximas do cinema, apesar de adorar, mas ele nunca morrerá.

    Responder
    • 21. Kamila  |  agosto 21, 2009 às 10:10 pm

      Rodrigo, obrigada pela visita e pelo comentário. Não é a toa que muitos consideram o ano de 1939 como o melhor de todos os tempos pro cinema. Beijos!

      Wally, eu acho que o filme é uma das obras máximas do cinema. 🙂

      Responder

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A autora

Kamila tem 29 anos, é cinéfila, leitora voraz, escuta muita música e é vidrada em seriados de TV, além de shows de premiações.

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